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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Chega de Saudade

Continuando a abordar a temática dos bailes de terceira idade, o filme Chega de Saudade, é uma ótima sugestão para entender melhor esse universo.
O título do longa, relaciona-se diretamente à forma como estas festas são vistas pelos não-freqüentadores, como “bailes da saudade”. Os personagens do filme, são inteiramente baseados em figuras reais que os realizadores e pesquisadores encontraram em seu trabalho na construção do drama.
O filme conta, numa única noite, histórias vividas pelos frequentadores de um salão de baile paulistano. A rotina no baile é pré-definida: as pessoas já se conhecem, já dançaram juntas e sabem o que esperar da noite. No entanto, a presença de uma jovem curiosa – Bel (Maria Flor), namorada do DJ (Paulinho Vilhena)– é capaz de acender sentimentos intensos nos personagens principais que, apesar de adormecidos, nunca deixaram de existir.

Saiba mais aqui:
  • Crítica do filme feita por Ronaldo Pelli, no G1, canal de notícias da Globo.
Assista ao trailer do filme:

Fonte:

domingo, 23 de novembro de 2008

Idosos na pista de dança


Na terceira idade, a dança pode ser considerada uma verdadeira terapia. Ela proporciona movimento regular e sem grande esforço, aliado ao convívio saudável com outras pessoas, em ambiente estimulante, repleto de música e alegria.
É sabido que a manutenção da boa forma física e de uma vida social ativa são fundamentais para a saúde e a longevidade do idoso. Contudo, nessa faixa etária, o início de qualquer atividade física requer, antes de mais nada, uma acurada avaliação médica.
Segundo Jussara Vieira Gomes, historiadora, antropóloga, dançarina e pesquisadora de dança de salão, "embora a maioria das pessoas com mais de sessenta anos já tenham dançado e comparecido a bailes no passado, é freqüente que tenham abandonado esta atividade há anos, de forma que, geralmente, buscam fazer aulas de dança para se reciclarem, aprender os passos e figuras dos diversos ritmos que estão na moda e conhecer pessoas com quem dançar e comparecer aos bailes."
A aposentada Maria Helena de Silvio, 53 anos, conta sobre sua experiência na dança de salão. Ela, que nunca havia dançado, nem na juventude, começou há quatro anos, por recomendação médica, pois tinha tendência à depressão. "A dança aumenta a minha auto-estima e me enche de entusiasmo de viver. Ao dançar, o lema é ‘Xô, depressão” Praticar dança de salão, para o idoso, não só representa uma melhor qualidade de vida, como também uma inclusão social. Para aqueles que acham não ter "mais idade" para dançar, devem procurar clubes especializados e descobrir que para dança não há idade. Nos bailes voltados para esse tipo de público dança-se de tudo, do tango ao bolero. É uma opção de juntar lazer ao bem-estar.

Saiba mais aqui: Veja uma reportagem sobre a Dança de Salão na Terceira Idade, no site da Age Mais

Mais Informações: