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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Dirty Dancing - Ritmo quente

Dando prosseguimento a discussão anterior, os anos 80 trouxeram alguns grandes fenômenos que popularizaram e consolidaram de vez a dança de salão como ela é hoje. Em 1987, o filme Dirty Dancing colocou a dança de salão novamente na escada da fama. Patrick Swayze e Jennifer Grey fizeram a dança de salão voltar a ter seu charme com uma emocionante história de amor envolvendo um jovem professor de dança e uma adolescente sonhadora, ambientada em cenas que misturam romance e coreografias espetaculares. Embalados sob o ritmo da canção The time of my Life, trilha sonora oficial do casal apaixonado, o filme aborda a sensualidade e o ritmo quente que envolve a dança, assim como a visão preconceituosa da sociedade da época quanto a estilos de dança como esse. Um tremendo sucesso de bilheteria (com mais de 230 milhões de dólares arrecadados no mundo todo) e de locações em vídeo e DVD (bateu a casa dos 25 milhões de dólares), o filme conquistou uma audiência que até hoje se faz presente nas reprises de sessão da tarde.
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domingo, 12 de outubro de 2008

Popularização da Dança

Esquecida desde a década de 70, com a "Era Disco", em que as pessoas passaram a dançar sozinhas em discotecas, a dança de salão ganhou força nos últimos dez anos. Impulsionada pela mídia, ela ressurge com força e ganha adeptos interessados em melhorar a forma física.
A popularidade da dança anda de mãos dadas com o surgimento repentino do assunto na telinha e na telona. Filmes recentes, como Vem dançar, Dança comigo? e Mad Hot Ballroom despertaram o interesse do jovem. O último, um documentário, aborda um programa social para crianças desprivilegiadas de Nova York, que usa a dança de salão para ensinar habilidades sociais.

Também existem os reality shows que contribuem na ascensão dessa modalidade de dança. A Dança dos Famosos, transmitida no Domingão do Faustão, pela Rede Globo, é a versão brasileira de um quadro espalhado por todos os cantos do mundo no qual famosos, em dupla com dançarinos profissionais, disputam uma competição de dança.
Para muitos jovens alemães, fazer festa não significa mais necessariamente ir a uma boate. Cada vez mais adolescentes se interessam por um passatempo que antes era associado à geração de seus avós. A ADTV(Associação Alemã de Escolas de Dança) aponta que outro motivo para o crescimento do interesse dos jovens é que as próprias escolas mudaram seu perfil. Hoje, as instituições se preocupam em atualizar seu repertório musical e oferecem um leque de atividades diversas, desde dança de videoclip até turmas unissex para casais gays. "As escolas perceberam que precisavam fazer mais para manter seus clientes. Agora elas parecem clubes: organizam festas, têm noites para jovens e oferecem workshops, levam os grupos para assistir a musicais", diz Kurz da ADTV.

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domingo, 5 de outubro de 2008

Dança sem Preconceitos

Como foi dito no post anterior a dança de salão traz muitas vantagens à vida de quem a pratica. É uma atividade física que pode ser feita por pessoas de todas as idades e nunca sai de moda. Jovens, idosos, altos, magros, gordos, baixos e até deficientes físicos podem se beneficiar desse caráter multicultural da dança. Beto Campos, bailarino e professor em São Paulo diz que: “Minha aluna mais nova foi uma menininha de 5 anos e meu aluno mais velho foi um senhor de 95 anos”.
Homens e mulheres procuram a dança por motivos diferentes. Elas vão em busca de uma atividade prazerosa que possa aliviar as tensões. Eles geralmente vão arrastados pelas esposas e namoradas. Os solteiros freqüentam os cursos de dança para conhecer pessoas ou para perder a timidez.
Ainda existe o preconceito de que dança de salão é “coisa de velho” e de que alguns ritmos, tais como o
bolero, é “brega e careta”. De fato, a dança a dois, durante certo período, foi praticada em poucos lugares, quase sempre localizados em bairros de periferia das grandes cidades e no interior do país. Seus adeptos, geralmente com mais de quarenta anos de idade, eram vistos como conservadores e antiquados pela grande maioria jovem da população, amante dos vigorosos movimentos dos ritmos próprios das discotecas dos anos 60. A popularização da dança em casal pelos jovens só surgiu nos anos 80 com o sucesso internacional da lambada. Estes descobriram o prazer da dança a dois e começaram a se aproximar de outros ritmos.
Felizmente, conceitos equivocados como esses estão mudando. Ao freqüentar os salões de dança as pessoas conhecem e acabam se entregando ao prazer de dançar. O vídeo abaixo exemplifica toda a abordagem descrita aqui e reflete o quanto a dança é uma atividade democrática.




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